
Martinho da Vila é um ser humano
abençoado. Com mais de trinta anos de carreira, foi o primeiro
artista do mundo do samba a obter um Disco de Diamante, por ultrapassar
- e muito - a marca de um milhão de cópias vendidas.
Este songbook reflete e coroa uma trajetória em que a coerência
e a espontaneidade caminham de mãos dadas. Aqui, com coordenação
editorial e biografia do compositor confiada a Roberto M. Moura, trinta
sucessos rastreiam três décadas de trabalho e conferem
à obra de Martinho uma roupagem chique de modo que profissionais
ou estudantes de violão e teclado podem se sentir à
vontade entre as suas músicas transformadas em partituras.
(Roberto Moura) |
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Vamos Brincar de Política?

1986
Global Editora |
Livro escrito para a coleção
Quem canta, conta é dedicado ao público
juvenil. Leva o leitor a imaginar situações políticas
do dia-a-dia, a partir de experiências vividas pelo próprio
Martinho e sua família. As páginas ainda contam
com belas ilustrações de Jacyra Silva. (RF) |
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Kizombas, andanças e
festanças

1992
Léo Christiano Editorial |
Autobiográfico, o livro
conta histórias pessoais e profissionais, sempre com
comentários e opiniões do cantor e compositor.
Em um dos capítulos, Martinho chega a simular uma conversa
com Noel Rosa. Para os interessados em samba e música
brasileira, indispensável. Para os que gostam de leituras
leves e informativas, delicioso. (RF) |
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Kizombas, andanças e
festanças
2ª edição

1998
Editora Record |
Autobiográfico, o livro
conta histórias pessoais e profissionais, sempre com
comentários e opiniões do cantor e compositor.
Em um dos capítulos, Martinho chega a simular uma conversa
com Noel Rosa. Para os interessados em samba e música
brasileira, indispensável. Para os que gostam de leituras
leves e informativas, delicioso. (RF) |
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Joana e Joanes - Um romance
fluminense

1999
ZFM Editora |
De início, quando peguei
pra ler, pareceu-me mais contação de história
do que romance, mas o autor possui lentes de cinema nos olhos
e uma irrefreável vocação cronista com
forte pendor memoralístico.
(Hermínio Bello de Carvalho) |
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Romance Fluminense

1999
Eurobrape |
Edição portuguesa do já consagrado
romance de Joana e Joanes – Um romance fluminense. Esse livro,
só vem provar o prestígio e o amor que o povo português dedica à Martinho. |
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Ópera Negra

2001
Editora Global |
Sofri muito ao escrever este Ópera
Negra, livro de ficção.
O próximo passo é musicar, o que será trabalhoso
mas bem possível, se tiver ajuda de um maestro experiente
que abrace a idéia. A música está sempre
na cuca, e uma ópera não é um bicho-de-sete-cabeças:
é um sonho, feio e belo.
(Martinho da Vila) |
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Memórias Póstumas de Tereza
de Jesus

2002
Eurobrape
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"Mergulhei na vida de Tereza
de Jesus, uma mulhe de fibra, responsável pela pessoa
que é o Martinho da Vila, conhecido não só
pela sua música, mas também pela sua dedicação
à cidadania e à cultura, ao seu país, e
a outros, notadamente os da Africa Portuguesa". (João
Luís Fortes - Editora Ciência Moderna) |
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Os Lusófonos

2006
Ciência Moderna
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Brasil: local do primeiro contato consciente com a língua e com a cultura herdada de suas próprias raízes. Portugal: berço da língua pátria, das tradições, do sistema colonial lusófono, que deu origem à verdadeira miscelânea entre os povos da “África Portuguesa”, Brasil e seus colonizadores. Cada nação que fala essa língua de origem latina tem sua própria riqueza original, suas lendas, seus matizes sua colaboração para o português que é falado hoje. Para o mundo do português.
Martinho da Vila narra neste romance sua verdadeira epopéia por um entrelace de culturas tão diferentes na sua origem e tão aproximadas pelo calor do idioma, tornando-nos irmãos de nacionalidades diferentes. Sua vivência, sua vida, suas paixões, enfim, sua trajetória, que por vezes se mistura com a trajetória da cultura dos países de sua adoração.
Mergulhe, explore, e identifique-se, em rota inversa, com os caminhos lusófonos. Esta pode ser a sua própria história.
João Luís Fortes |
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Vermelho 17

2007
ZFM Editora
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Vermelho 17... É como se o mestre Martinho da Vila resgatasse ema série de memórias de sua infância e as atualizasse, acrescentando vários componentes muito atuais. Mas se são lembranças, invenções ou meros produtos do seu astuto poder de observação, a verdade é que Martinho, generosamente, compartilha belas histórias para o bem de todos. Escreve com a sabedoria de quem muito viveu e muito soube viver. Aqui, acolá, é como se ele estivesse falando com seus filhos. Papo franco, aberto, doce, atencioso. Papo de amigo, de irmão, de pai.
Pais, filhos, uma família inteira pode tirar grandes lições deste Vermelho 17. Aprende-se, sem perceber, como uma gostosa conversa com um sapiente amigo. Fernando Sant’Ana
Jornalista / Promoter |
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A Rosa Vermelha e o Cravo Banco

2008
Lazuli |
Rosa era uma menina sonhadora que amava os livros e o carnaval. Um dia tudo isso se junta nesta historinha que dá até vontade de dançar... Entre neste enredo que é um samba e deixe sua imaginação cair na folia da leitura! |
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A serra do Rola-moça

2009
ZFM Editora
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Em A Serra do Rola-Moça, o amor é a tônica. Não no sentido batido de “felizes para sempre”, mas sim com uma bela visão de que sempre é possível recomeçar e ser muito mais feliz. Trata da busca incessante que todos empreendemos para alcançar a tão sonhada felicidade, o que, por muitas vezes, pode tornar-se traumático, mas, dentro do possível, é sempre bem recompensado.
Tendo como pano de fundo as Minas Gerais, Martinho da Vila narra a paixão adolescente de Clara dos Anjos pelo primo, o Maestro Peri. Desta paixão surgiu um grande amor, que venceu diferenças culturais, mas, com o passar do tempo, foi perdendo sua vitalidade e cor, tornando-se penoso e triste.
Quando parecia que a vida iria seguir por um caminho cinzento e nebuloso, eis que surgem novos amores, trazendo novas vidas. O experiente e bem-sucedido Maestro se vê enamorado pela jovem e belíssima Ceci. Por sua vez, a então madura Clara dos Anjos luta para superar o trauma da separação e conseguir abrir seu coração para um novo amor.
A partir daí, surgem amores improváveis – com reviravoltas surpreendentes – , do ponto de vista da sociedade, mas que resistem a todas as dúvidas e revelam-se inabaláveis.
Fernando Rosa |
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A Rainha da Bateria

2009
Lazuli |
O Carnaval é como um reino, cheio de festa e fantasia. E todo reino tem sua rainha. Entre na história de uma rainha do carnaval e caia na folia com a gente, pelas mãos de Martinho da Vila, um dos maiores músicos brasileiros! |
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